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Levando o trekking a sério!

Pode 10 2025

Temos passado muito tempo a pé aqui em Mussoorie/Landour, caminhando pelo menos 15 km por dia normalmente. Em parte, isso se deve à necessidade – os pés ainda são o meio de transporte mais eficiente nessas encostas íngremes! E em parte, é intencional, pois estamos nos aproximando da nossa caminhada de uma semana nas montanhas mais altas e a aclimatação é crucial.

Mas também tivemos ótimas experiências de aprendizado. Ouvimos palestrantes convidados incríveis que nos ajudaram a entender a conservação da vida selvagem e o desenvolvimento econômico rural em um contexto mais amplo, como a Dra. Sajel Worah, chefe do Fundo Mundial para a Vida Selvagem na Índia. Ela explicou as nuances do ecoturismo, a colaboração com o governo para apoiar o desenvolvimento sustentável local e a importância de preparar os jovens rurais para oportunidades, para que não precisem deixar suas casas nas montanhas. Sua energia e sabedoria deixaram nosso grupo impressionado e inspirado.

Certa tarde, conhecemos o Sr. Ansari, professor de hindi na Escola Woodstock e pai de Saif e Shoab, formandos do GC'25. Ele nos contou um breve histórico da região de Mussoorie e nos ensinou um pouco sobre três religiões aqui na Índia, visitando seus locais de culto: um gurdwara (sikhismo), uma mesquita (islamismo) e um templo jainista (jainismo). Todos esses templos, além de um templo hindu, ficavam a cerca de 100 metros um do outro em um bairro, e são uma ótima ilustração de que a tolerância religiosa e os laços de vizinhança são pelo menos tão fortes na Índia quanto a intolerância religiosa que lemos na mídia ocidental. Ficamos impressionados com as semelhanças e diferenças entre essas crenças.

E passamos seis horas caminhando um dia descendo o vale na parte de trás da serra e depois subindo de volta. Isso nos permitiu conhecer um pouco da vida em uma vila nas montanhas e também nos fez lembrar como essas montanhas são íngremes!

Por fim, passamos algum tempo refletindo sobre o que estamos aprendendo sobre a cultura, tanto a nossa quanto a da Índia, durante esta viagem. A Sra. Sommers liderou uma atividade de "passeio pela galeria", na qual refletimos sobre quatro tópicos:

  1. Nossas observações sobre a cultura indiana – o que nos impressionou na primeira semana?
  2. Perguntas que surgem para nós sobre o que ou por que está acontecendo na cultura indiana
  3. Comparando e contrastando nossas culturas domésticas/familiares com aquela que vivenciamos na Índia
  4. O que aprendemos sobre nós mesmos até agora

É claro que temos aprendido muito, tanto emocional quanto intelectualmente. Para preservar e incentivar um pouco desse crescimento, escrevemos cartas para nós mesmos, que receberemos após nossa visita ao Taj Mahal, no final do semestre.

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