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Facilitação da esponja de mangue

Pode 08 2021

Sexta-feira maio 7, 2021

Hoje começamos o dia com uma palestra sobre manguezais e sua ecologia. Fomos apresentados a três espécies magníficas nativas da Flórida, entre elas o manguezal vermelho ( R. mangle), Manguezal Negro ( A. germinans), e por último o Mangue Branco (L. racemosa). Discutimos os vários atributos que permitem que as árvores de mangue cresçam em ambientes tão salgados e úmidos. Esses atributos incluem a secreção de excesso de sal pelas folhas e o uso de raízes de suporte ou pneumatóforos (dependendo da espécie) para ajudar a arejar as raízes e permitir a troca gasosa ao crescer em áreas muito úmidas. Também aprendemos muito mais sobre como os manguezais fornecem uma área de berçário para peixes recifais juvenis antes que eles se tornem maduros o suficiente para se aventurarem no recife. O Professor Sensenig se referiu a isso como "Jardins de Infância dos Peixes". Esse aspecto mostra como esses sistemas estão conectados para alguns organismos que nos parecem um tanto distantes.

Após a palestra, fomos para o campo como costumamos fazer, mas, enquanto saíamos de barco, o tempo virou contra nós e tivemos que voltar. Aproveitamos a oportunidade para terminar nossas aulas de taxonomia restantes sobre os incríveis filos de animais que são os cnidários (medusas, corais, anêmonas-do-mar e hidrozoários) e os filos dos equinodermos (estrelas-do-mar, estrelas-de-olho-de-veado, pepinos-do-mar, ouriços-do-mar, etc.). Eu realmente gosto dessas aulas, pois sempre aprendo algo novo sobre os organismos que amo, especialmente no que diz respeito à anatomia deles. Após as duas aulas de taxonomia, almoçamos e assistimos ao documentário "Meu Professor Polvo". Foi um ótimo filme e destacou muitos temas que o Professor Sensenig nos abordou, como a busca por pequenas coisas escondidas em campo e o fato de que as coisas levam tempo, como o tempo que o homem levou no filme para ganhar a confiança do polvo. O filme também nos lembrou das recém-emergidas paralarvas de polvo que tivemos a sorte de ver alguns dias antes.

Depois do filme, foi ótimo voltar para a água. Hoje, ajudamos nossa colega Leah Otto com seu projeto de pesquisa sobre manguezais. Foi incrível me sentir imersa nos manguezais, olhando para baixo e vendo todos os peixes jovens de recife nadando entre as raízes dos manguezais vermelhos. Foi incrível ver o que acontecia embaixo dos manguezais por onde passamos tantas vezes enquanto estávamos no barco a caminho do campo esta semana. Parecia um mundo totalmente novo enquanto mergulhávamos de snorkel lá embaixo! Até agora, tenho me sentido muito sortuda por estar aqui e poder finalmente descobrir e explorar completamente os ambientes sobre os quais sempre li e sonhei em visitar quando criança, algo pelo qual sou muito grata. 

– Nick Davis '21 (Ciências Ambientais e Marinhas)

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