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Viagem a Mindo: plantio de árvores, caminhada até cachoeiras e degustação de chocolate.

Pode 22 2024

Nossa primeira viagem foi para Mindo, uma pequena paróquia a cerca de duas horas a nordeste de Quito, no meio da floresta nublada. Lá, nos encontramos com nosso parceiro de longa data, Kléver Tello. Ele é o chefe da paróquia e tem trabalhado com reflorestamento, plantando árvores frutíferas, educando agricultores sobre sustentabilidade e convidando o público em geral a ser mais amigável com a natureza.

Depois de plantar árvores na entrada de Mindo, tivemos que tirar uma foto com a floresta nublada atrás de nós.

 

Um dos destaques da nossa viagem a Mindo foi a caminhada até as sete cachoeiras.

Historiadores, arqueólogos e antropólogos acreditam que o cacau foi cultivado e utilizado pela primeira vez para consumo humano no que hoje conhecemos como Equador. Foram os astecas que o processaram para obter uma bebida nutritiva, porém amarga, consumida pelas elites imperiais como fonte de energia e conforto. Em tempos de conquista e colônia, os europeus adicionaram leite e açúcar, criando assim uma febre internacional pelo xocolatl, também conhecido como chocolate. Fiéis a essa história, os equatorianos se orgulham da qualidade do seu chocolate e nos deram um gostinho dele.

Entre Mindo e Quito, paramos na fazenda Cloud Coffee, uma unidade administrada e copropriedade de Kléver, nosso coordenador local. Lá, aprendemos sobre o processamento, o preparo e o aproveitamento do café.

Uma hora ao norte de Mindo, encontramos Tulipe, uma pequena cidade com um sítio arqueológico e tolas Tolas são construções indígenas usadas para fins rituais e para moradia. No Complexo Arqueológico Tulipe, aprendemos que o norte do Equador é habitado há milhares de anos e que muitos equatorianos se mudaram, migraram, deixaram a região e a repovoaram devido a desastres naturais, conquistas e outros eventos.

Nosso guia, Gregory, é um especialista na história antiga do lugar que hoje chamamos de Equador.

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