O discurso de Farrell, que ficou em segundo lugar, intitulado "Telas e Sociedade", começou com a frase: "Desde o momento em que recebi meu primeiro celular, um Nokia usado, meus pais sempre me disseram: 'É esse maldito celular.'"
Nos oito minutos seguintes, ela argumentou que estamos perdendo aquilo que nos torna humanos — conexão, intimidade, habilidades de comunicação — porque estamos, cada vez mais, construindo nossas vidas em torno da tecnologia em vez de uns dos outros. "Temo que meus futuros filhos prefiram uma tela a me procurar", disse ela. Farrell concluiu dizendo: "Público, imploro que desliguem seus celulares e vivam. Sem desligá-los, nosso distanciamento da sociedade ao nosso redor fará história."