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Pesquisa sobre águas-vivas de cabeça para baixo

Pode 11 2021

Terça-feira, 11 de maio de 2021

O dia começou com céu ensolarado e águas calmas, e nos levantamos no horário habitual para a aula. Aprendemos sobre as diversas complexidades da ecologia da teia alimentar, especificamente a das cascatas tróficas e dos predadores-chave. Casos como o das orcas, que tiveram efeitos indiretos na abundância de algas devido a uma cascata trófica, são úteis para compreender a importância da ecologia da teia alimentar. Muitas das ideias levantadas na aula se conectaram à apresentação feita por Jason Spadaro no MOTE no dia anterior. Embora ele não tenha mencionado cascatas tróficas em sua palestra, os mecanismos ecológicos de predação e pastoreio ficaram evidentes após um aprofundamento na teoria.

Após a palestra, dedicamos toda a nossa atenção ao nosso colega Trey Santiago (turma de 22). Ele começou nos instruindo sobre como seria nosso trabalho de campo ao coletar dados para sua pesquisa na baía. Fizemos as malas e fomos a campo, onde relembramos os métodos e começamos a realizar testes práticos. Conseguimos encontrar uma maneira estável de coletar dados e conseguimos alguns números para Trey trabalhar. Havia uma enorme quantidade de C. xamachana (água-viva de cabeça para baixo) onde fizemos um dos nossos testes, que foi muito impressionante, mas às vezes um pouco estressante. Alguns alunos foram mergulhar mais perto dos manguezais, onde o C. xamachana A densidade era tão alta que era difícil não tocar em nenhum. Tentamos então procurar um pequeno barco naufragado dentro da baía sobre a qual o Professor Sensenig nos falou, mas não tivemos sorte. Voltamos para a estação e, enquanto atravessávamos os canais, tivemos um último momento marcante do campo quando avistamos uma tartaruga-verde nadando no canal! O dia terminou com boa comida e companhia enquanto o sol se punha para a noite.

– Jarrod Price (Ciências Ambientais e Marinhas '22)

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